domingo, 29 de novembro de 2009

Antiga página

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Histórias reais sobrenaturais, ets, espíritos e mais uma penca desses assuntos , que hoje são considerados imbecis. Tudo isso estava em minha home page em 1999. O título era: "The Gabriel´s Page"

Tentei ver se ainda estava no ar e não encontrei nada. MAS... achei uma tal de "Archive's Wayback Machine", que tem um arquivo enooooorme de páginas que já não existem mais.

Aqui está o link para o arquivo de minha antiga página:
http://web.archive.org/web/20021128021330/http://www.geocities.com/demaies/



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sábado, 28 de novembro de 2009

Vídeo - Eletrizante ressurreição...

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Quando era adolecente, queria ser diretor de cinema. Mas aí veio o filme "Central do Brasil" (que foi indicado ao Oscar), e acabou com meu sonho. Isso porque, de repente, todo mundo queria fazer faculdade de cinema e ficou impossível de passar no vestibular para esse curso (estava tão concorrido quanto medicina ou direito).

Bom... foi aí que caí para a linha trash-movie. Aqui está um dos últimos vídeos que fiz. Chama-se "Uma eletrizante ressurreição"...

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quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Conto - INVASÃO TERRÁQUIA

Quando era muleque, fiz uma revistinha em quadrinhos de terror. Ficou uma merda, mas pra mim estava maravilhosa. Um dia vou escanear e postar aqui a "obra de arte" que ficou, no mínimo, interessante.
Depois, mais tarde, transformei essa historia em quadrinhos em texto. Estava sem ter o que fazer, tinha caneta e papel a mão, e então aqui está o conto que chamei de... INVASÃO TERRAQUIA.

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No ano de 2803, uma nave espacial, vindo do planeta Terra, percorre várias galáxias, com a missão de procurar novas formas de vida alienígena inteligente.
A nave SIDERMOON possui somente três tripulantes, devido a necessidade do racionamento de alimentos. Eles já estavam cansados de vagar pelo universo, sem encontrar nenhuma forma de vida inteligente.
BORIS, para passar o tempo, cultiva, em vasos, vários tipos de flores. MAX, ao contrário de seu companheiro, adora destrui-las. Certa vez, BORIS ficou furioso com o ocorrido em certo dia:
- Aí vem o BORIS, olhe só o que eu vou fazer. -Disse MAX, em voz baixa, conversando com JOE, o terceiro membro da tripulação.
MAX continuou, dessa vez em voz alta:
- Veja JOE! Vou lhe mostrar que a DIANA gosta de mim.
- Como pode me provar isso?
- Ora, é simples!
Nesse momento, MAX, pegou um dos vasos de BORIS, e começou a arrancar as pétalas da flor, dizendo:
- Bem-me-quer, mal-me-quer, bem-me-quer...
Então, BORIS pulou na direção de MAX, e tomou-lhe o vaso, dizendo:
- Idiotas! só porque as flores não gritam, não significa que não sintam dor!
- Ora, não me venha com essa história novamente, você e tão burro quanto essa planta, BORIS!- Disse MAX em tom zombeteiro.
Após vários dias, na mesma vida monótona, a nave SIDERMOON chega perto de um novo planeta, até aquele momento desconhecido pelos humanos.
- Os computadores dizem que há oxigênio e vida inteligente naquele planeta.- informa JOE.
- Isso é bom! vamos imediatamente nos teletransportar para lá! Vá chamar o BORIS.
Alguns minutos depois, os três já estão na superfície do estranho planeta vegetal. Para todo lugar que se olha, vê-se apenas árvores e plantas, além de animais de pequeno porte, tais como seres que se parecem com esquilos, possuindo três grandes olhos.
- Incrível!- Diz JOE.- Este planeta é coberto de verde!
- Realmente é impressionante, mas, onde está a forma de vida inteligente?- Pergunta BORIS.
- Deve ser esses "esquilos". Eu vou ligar o transformador de vozes para ter certeza.
Após JOE ligar e instalar o aparelho, ouve-se apenas um ruído de estática. Mesmo assim, os três persistem em ficar ali, observando as plantas e colhendo amostras, otimistas em relação ao transformador de vozes.
- Veja só BORIS! Esta planta carnívora possui dentes!
- Se ela fosse maior, poderia devorar um rato!
- Vou chamar o JOE para ver isso...- Diz MAX olhando para trás. - Meu Deus! Veja o que aconteceu com o JOE!
BORIS olha para trás e vê, impressionado, o corpo de JOE completamente desidratado, sem nenhuma gota d’água, pior do que uma ameixa seca.
- Deus do céu! Vamos dar o fora daqui!
Antes de BORIS terminar de falar, MAX já está correndo, mas não vai muito longe, pois na pressa, acaba tropeçando no transformador de vozes.
De repente, ouve-se um som estranho vindo da árvore, que é imediatamente traduzido pelo aparelho:
- ORA... SHINGERT... COMO.. PODE... PROVAR... QUE ... A... SHOHINY... GOSTA... DE... VOCE?
- É...FÁCIL,...VEJA...!
Nesse momento os cipós de uma das árvores começam a se mexer, indo na direção da perna de MAX. BORIS observa, horrorizado, a árvore virar seu companheiro de "cabeça para baixo".
Então, o incrível vegetal, começa a arrebentar cada membro do corpo de MAX, puxando um por um...
E o transformador continua:
- BEM...ME...QUER...-...MAL...ME...QUER...........
BORIS cobre os olhos, mas não consegue deixar de ouvir os gritos agonizantes de MAX, que ecoam por toda a floresta.

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Vendo que não havia chances de salvar seu companheiro, BORIS ligou o aparelho teletransportador e voltou para sua nave.
O último tripulante da nave SIDERMOON foi embora, impressionado com o que havia ocorrido naquele planeta. Ele foi embora para nunca mais voltar...
FIM
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quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Conto - FÓRMULA SECRETA

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Essa história escrevi quando estava acampado em uma praia, em um vilarejo de pescadores, próximo da cidade de Angra dos Reis - RJ. Já estava entediado e não havia nada mais para fazer. Então comprei um caderninho de anotações, caneta e "voilá". Passei pro papel o conto que chamo de FÓRMULA SECRETA.

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1958, Belo Horizonte - Brasil. Um jovem caminha eufórico pelas ruas da capital, até chegar em seu destino final; O frigorifico "Raposa-Justa". Em sua mão direita, há uma garrafa de vidro com um líquido transparente e tampada com uma rolha. Seu olhar não consegue esconder a ganância.
Ao chegar no frigorífico, ele só consegue falar com o dono após dizer que poderia enriquecer ainda mais a indústria.
- Muito bem, meu jovem. Diga qual e sua idéia.- Diz Sr. EDUARDO, presidente do frigorífico.
- Meu nome é VICENT, e tenho aqui na minha mão um amaciante líquido de carne.
- É meio difícil de acreditar, VICENT. Mas como sou generoso, vou lhe dar a chance de sumir daqui antes que eu perca a paciência e chame a polícia.
- Tudo bem. Há muitos frigoríficos nesta cidade- Diz o jovem saindo pela porta.
- Está certo, você me convenceu. Mas...como pode me provar que seu líquido funciona?
- Me leve até a carne mais dura que você tiver.
Sr. EDUARDO conduz o jovem VICENT até o frigorífico, e de lá ele tira a pior carne que ele possue. Ela estava velha e quase estragada.
- Aqui está, meu jovem.- Diz Sr. EDUARDO entregando a carne a VICENT.
O jovem pega a carne e após colocá-la em uma mesa, Pinga três gotas do estranho líquido. O resultado foi impressionante. Sr. EDUARDO ficou boquiaberto.
- Incrível! Você transformou cinco quilos de nervo de boi em filet minhon! E com apenas três gotas de seu líquido!...Eu pago a quantia que você quiser pela fórmula!
- Não! Eu quero cinqüenta por cento do frigorifico! E não revelarei a fórmula a ninguém!
- Negócio fechado!- Concluiu Sr. EDUARDO.
O tempo foi passando, e o jovem VICENT foi fabricando cada vez mais amaciante de carne, tomando cuidado para não revelar sua fórmula.
A pedido do Sr. EDUARDO, ele lhe dá de presente um pouco do líquido concentrado, embalado em uma garrafa de vidro. Sem perder tempo, ele manda analisar o conteúdo, mas os cientistas que o fazem não conseguem descobrir quais substâncias que o compõe.
O frigorífico "Raposa-Justa" começa a crescer no mercado de carnes, e junto, cresce também a ganância do Sr. EDUARDO. Ele planeja assassinar o jovem VICENT, assim que este tiver produzido bastante amaciador de carne.
As semanas passam e VICENT já havia produzido um tanque cheio de amaciante. Já haviam quinhentos litros do produto. Sr. EDUARDO conclue que já está na hora de eliminar o seu sócio.
Sem esperar outra oportunidade, Sr. EDUARDO empurra o jovem VICENTE para dentro do tanque com amaciante. Seu corpo começa a esticar cada vez mais, até que após alguns segundos, ele passa a fazer parte do líquido.
- "Um assassinato sem vestígio. O mais perfeito que poderia acontecer."- Pensa Sr. EDUARDO
Feliz da vida, o único dono do frigorifico "Raposa-Justa" volta para seu escritório. Mas antes de chegar à sua mesa, ele tropeça no tapete, caindo de cabeça no chão e sangrando sem parar.
Desesperado, ele começa a chamar por sua secretária, que ao chegar, levanta sua cabeça para o alto e lhe dá água para que beba.
Sr. EDUARDO sente sua garganta derreter, e muito assustado, perguntou a sua secretária:
- Sua maldita! Onde arranjou essa água?
- A, Ali na sua mesa, junto com seus papéis.
- Aquilo não era água sua...ARG...Nããããoo!
Sr. EDUARDO não consegue falar mais nada, pois seu corpo se derrete até virar geléia.

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O dono do frigorífico aprendeu uma lição da qual jamais iria esquecer, mas que infelizmente esqueceu após alguns segundos; Os últimos segundos de sua vida...
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terça-feira, 24 de novembro de 2009

Conto - A Cabeça Maldita

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Bom... pra começar bem esse blog, vou postar aqui algo que escrevi para a aula de portugês da 8a série. A professora pediu que elaborássemos um conto. E aqui está a história que chamei de... A CABEÇA MALDITA:


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JOHN WALKER é um bom policial, talvez o melhor do distrito. No momento, ele não está em um de seus melhores dias, pois JOHN está encarregado de fazer uma ronda noturna no bairro mais “barra-pesada” da cidade.
O bairro parece deserto, e não há muito movimento de carro. Tudo estaria tranqüilo se não fosse pela chuva. É uma chuva fria e fina que congela a espinha.
JOHN caminha pela calçada e avista um indivíduo, um indivíduo muito suspeito. Ele tem os olhos para dentro, rosto chupado e carrega uma pequena bolsa de couro, com alguma coisa dentro, algo redondo como um melão. Também havia uma mancha na bolsa, uma mancha de cor vermelho-ferrugem. JOHN WALKER não perde tempo e diz ao indivíduo suspeito:
- Ei você. Espere aí!
Ditas estas palavras, o suspeito segura com força sua bolsa e começa a correr. JOHN continua:
- Eu mandei você parar, sou um tira, cara!
Vendo que nada adianta, ele saca sua arma e corre em direção ao suspeito.
JOHN agora tem certeza do que há naquela bolsa e continua perseguindo o suspeito, até que ele entra em um beco sem saída.
JOHN, com ar triunfante, liga sua lanterna, põe o foco de luz no rosto do suspeito e diz:
- Muito bem, deixa eu ver esta bolsa.
O indivíduo, encolhido no chão e muito assustado, diz:
- Espere, deixe eu contar porque fiz isso- Ele abraça a bolsa com força e continua- Eu trabalhava para uma firma, tudo ia bem, quando um dia, uma outra pessoa pegou o meu lugar. Eu tive que ser rebaixado e com isso ele se tornou meu chefe. Ele ficava pegando no meu pé. Eu estava cansado do que ele dizia; “JIMMY, venha cá agora”, “JIMMY, tem uma sujeira no chão”, “JIMMY, você não fez o trabalho”. Ele pegou o meu lugar, somente porque era jovem e tinha uma boa cabeça entre os ombros. Sim, uma boa cabeça. Mas agora ele não tem mais, pois eu a tenho!
O indivíduo passa a dar gargalhadas e exibe sua bolsa ao policial como se fosse um troféu. JOHN WALKER, assustado diz:
- V, Você é louco!
Neste momento, o assassino chuta a arma de JOHN e dá um soco em sua barriga. Ele observa, caído no chão, o assassino correr como um raio para fora do beco.
Dentro de JOHN começa a crescer um ódio muito grande contra o indivíduo.
Ele se levanta, vai até um telefone público, disca para a central de polícia e chama algumas viaturas para aquele bairro.
Alguns minutos depois, carros da polícia percorrem o bairro todo. JOHN prefere procurar o assassino a pé, pela calçada.
Após um longo tempo, JOHN avista o assassino. Lá estava o tão procurado, todo contente e sacudindo a pequena bolsa, redonda como um melão.
JOHN WALKER não cometeria o mesmo erro. Ele corre para a esquina e lá permanece, esperando o assassino passar.
JOHN ouve os passos se aproximarem cada vez mais, e quando percebe que o assassino está bem próximo, se põem em sua frente e atira duas vezes, bem no peito.
Uma viatura de polícia para no local e dela, saem dois policiais. Um deles diz:
- O que você fez?
- Veja!- Disse JOHN todo orgulhoso- Eu peguei o assassino!
- E impossível- Argumenta o outro policial- O seu homem já foi pego pela viatura quatro-sete-quatro.
- Não! Esse é o assassino. Veja; dentro daquela bolsa tem uma cabeça!- Disse JOHN apontando para a bolsa do cadáver.
Um dos policiais vai até ela e abre o zíper. De repente, uma bola de boliche sai e rola pela calçada.
- É melhor você entregar sua arma, policial JOHN. Você está preso.- Diz um dos policiais.
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JOHN WALKER ficou algums dias preso, mas isso não foi nada comparado ao seu “orgulho ferido”.
FIM
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